14/10/2007 04:12
Acordo suavemente. O corpo está em brasa. Sobe dentre as pernas um tremor bom, toda vez que elas se juntam com um pouco mais de força. Os cheiros me inebriam. A presença do homem me empolga, vejo seus pêlos grossos e alinhados sobressaírem dos lençóis. Ele dorme. Seus cabelos negros pontuados de fios brancos estão em desalinho, e contrastam com a pele branca com um leve tom rosado, devido ao calor da manhã.
Ouço seu suave ressonar, e sinto-me como farejando seus feromônios. A vontade de tocar sua pele é incontrolável. Sei exatamente o toque: pele acetinada, suave, com aquele cheiro inconfundível, de tesão. Ele ressoa sexo.
Está vestindo apenas um pequeno short de malha, bem usado, que molda suas formas de garoto. Aos quase 40 anos, ele não passa de um menino.
Viro pro lado, continuo sentindo seu cheiro, sinto-me excitada apenas pensando em tocar nele. O corpo está pedindo o corpo dele, ser invadido por aquela força máscula. Me viro pro outro lado da cama, para tentar deixar que ele durma, mas já estou completamente excitada.
Os bicos dos meus seios estão eretos, parecem queimar minhas mãos quando os toco. A maciez da minha pele, o perfume do meu sabonete, tudo parece conspirar para que eu o seduza. Passo as mãos pelo meu corpo, me excitando um pouco mais. Sinto meus poucos pêlos se eriçando, me acaricio em busca do consolo que só o corpo dele pode me dar.
Ele, dormindo virou-se para mim. Vejo seus lábios, pequenos, bem formados e rosados, entrebertos, e sua forma me remete a um beijo. Ele vira-se novamente. Agora está deitado de lado, de costas pra mim. Suas costas largas e lisas parecem pedir uma carícia de meus delicados dedos.
Me aproximo, sentindo já o calor da pele dele. Abraço, encostando meus seios cobertos apenas pelo meu pijaminha de cetim branco com pequenos corações vermelhos. Sinto a delicadeza do cetim roçando de leve nas costas dele, enquanto passo os dedos pelos pêlos macios. Os pêlos da barriga formam uma imagem triangular crescendo em direção aos pêlos que circundam seu membro.
deslizo as mãos pelas coxas, nádegas, barriga. Meus dedos, sorrateiros, esgueiram-se para dentro do short, encontrando o pênis enrijecido, imponente...
enviada por sereia
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