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11/09/2007 13:48
A BOITE

Ele vestia uma camisa branca com grandes listras azuis e uma gola tipo pólo, só que mais longa, com botões e sem colarinho. A camisa destacava suas costas largas, evidenciando o contorno do peito e deixando entrever os pêlos do peito. Usava uma calça jeans simples. Havia passado o perfume que sabia que eu não resistiria, tinha colocado óculos ao invés de lentes de contato, fez o dever de casa, usou tudo o que eu mais gostava. Era sábado, eu não o via há meses, ele estava lindo, como sempre.
Nos encontramos em uma grande avenida, eu estava de sobretudo e um vestido de vinil preto tão justo quanto uma segunda pele, e muito, muito curto. O decote do peito, conforme o movimento, deixava meus seios à mostra, e as costas eram completamente nuas. Eu estava sexy, deliberadamente. Havíamos marcado de sair, mas não estávamos sozinhos, ele havia levado um de nossos amigos. Fomos a uma boate, eu ainda pouco íntima dele, não havíamos ficado e eu estava na expectativa que ele me beijasse. Eu estava tímida, mas tirei o sobretudo e deixei que ele visse meu vestido. Fui até a pista de dança, sozinha, porque não sabia se ele queria ficar comigo, e estava constrangida. Os rapazes passavam por mim, paravam e tentavam me paquerar, mas eu só queria que ele viesse em meu socorro, quando percebi que ele não se aproximaria fui ao banheiro e tentei me acalmar. Lá na boate estava chato, eu não me divertia, nem ele, nem nosso amigo. Uma gente tão feia, o som era ruim... e ele nada de me beijar. Nenhum dos 3 estava se divertindo naquele lugar tão ruim, lotado de personalidades estranhas. Decidimos ir embora.
Na Savassi nada nos interessava, então acabamos optando por um programa diferente, alternativo. Fomos parar em uma boite gay. Luz escura, fumaça, sonzão tecno, bebidas... o clima entre nós esquentou, o nosso amigo só queria beber e dançar, então nós o deixamos e fomos dar uma volta... a casa era grande, 3 andares, cada qual com seu ambiente e tipo de música. No primeiro andar, shows de transformistas, no segundo andar, pista de dança, e no terceiro um terraço perfeito para um encontro romântico. Passamos pelos três, observamos as coisas, o movimento do local, e nos decidimos pelo segundo andar.
Escolhemos um canto, e as coisas foram esquentando, suas mãos passeavam freneticamente pelo meu corpo, entravam discretamente pelo meu decote, me excitando. Naquele canto já não tínhamos a privacidade que queríamos, fomos nos esgueirando até uma sala, esta praticamente sem luz, com uma pequena banqueta a um canto. Nossa, como aquele vestido estava quente! Como nós estávamos quentes.. as mãos dele passeavam pelos meus seios, por minha cintura, entravam por baixo da minha saia, até encontrar minha calcinha, seus dedos entravam pela minha vulva, até encontrar a parte mais íntima do meu corpo, e me excitavam. Ele abaixou o decote do meu vestido e começou a chupar meus seios, acariciando-os ao mesmo tempo com as mãos. Eu já estava pegando fogo, sentindo suas mãos por todo lugar, sua língua explorando todos os cantos da minha boca, me dando leves mordidas nos lábios, ele estavam me incendiando. Seus dedos acariciavam gentilmente meu clitóris, entravam e saíam de minha buceta molhada e quente, eu estava a ponto de ter um orgasmo. Ele retirou minha calcinha e guardou em seu bolso. Continuou me excitando com seus dedos, me sentou de um jeito melhor na cadeira, tirou seu pau pra fora, para que eu pegasse e encaixasse em mim. Encostei na parede, me contorci como pude, e o ajudei a me penetrar. Ele começou a me comer, primeiro devagar, pras pessoas que estavam em volta não percebessem o que estava acontecendo. Em pouco tempo estávamos pouco nos importando com os outros, ele me comia com a força e agilidade de sempre, até que eu gozei. Aí o movimento do nosso cantinho mudou, e tivemos de parar de onde estávamos. Mas o tesão não tinha acabado. Chamamos nosso amigo pra casa, ele quis ficar. Começamos a nos agarrar novamente dentro do carro, mas estava muito movimentado na rua, tivemos que terminar em casa, com todo o conforto da minha cama, onde transamos até amanhecer.





enviada por sereia






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