Cliques
link
link
link
link
link

Blogs Amigos


Arquivos


Créditos
Hosted At Blig
*Destiny*
Baixaki

Contato
Coloque aqui seu e-mail, livro de visitas, ICQ, MSN, etc.

16/06/2006 18:06
Continuação do texto de 20/10/2005

Era uma vez uma menininha triste, que cresceu, passou por coisas fortes, boas e ruins, mas encontrou seu cavaleiro de armadura, deixou de ser a donzela em perigo, e se tornou uma senhora feliz, até aquele momento, pensando ser pra sempre.

Aí aconteceu o casamento da menininha com seu inigualavelmente lindo Cavaleiro de armadura... O Cavaleiro a levou para o seu castelo, e começaram a construir seu reino de amor, paz e alegria. E se sentiam no céu, todas as vezes que viam que seu sonho havia enfim, após tanto tempo, se tornado realidade. A menininha acordava e sentia a presença do seu amado, o cheiro, a primeira coisa em que ela pensava era que Deus tinha sido muito bom com ela, que a havia premiado, permitindo que envelhecesse junto de seu amor. Queriam formar família o mais rápido que pudessem, queriam ser fortes contra os problemas, solucionar as dúvidas, tornar seu castelo um paraíso para ambos. E como estavam satisfeitos...

Até que as bruxas foram soltas...
O Cavaleiro e a menininha(agora senhora) se amavam muito, e as outras pessoas não conseguiam evitar invejá-los. A noite, quando se encontravam, era a melhor hora do dia, o momento onde poderiam dar vazão àquele sentimento tão forte, tão profundo... E os outros de olho, pensando coisas más, desejando acabar com aquela harmonia, com aquela presença de espírito tão forte que existia entre os dois.
Era um sonho realizado, felicidade inconteste, amor pleno... até que o belo cavaleiro começou a agir diferente. Fustigado por pensamentos maldosos, ele começou a destratar sua menina, a cobrar coisas que não influíam de nenhuma forma no amor dos dois, sempre aos berros. E a menininha foi se sentindo triste... Aquelas cores que ela reencontrou quando tornou a vê-lo, aquelas cores empalideceram aos poucos, as cores foram sumindo, esmaecendo... E começou a sentir frio no coração, a chorar lágrimas amarguradas toda vez que percebia o quanto seu coração estava sendo partido. A menininha não podia acreditar que as coisas estivessem nesse pé com seu amado. Sempre pensava em como aquele lindo e infinito amor estava sendo machucado, machucando a eles, ela não entendia porque seu amado não queria ouvir suas súplicas, como ele tinha coragem de tratá-la daquele jeito após tudo o que passaram. Ela só queria que ficassem juntos, em paz. AS brigas entre o casal apaixonado eram cada vez piores, sempre falando em se separar, terminar com aquele lindo amor. A menininha não podia deixar isto acontecer, mas também não poderia assistir calada àquela demolição que seu amado processava nela. Aí, ela revidava, e a briga tomava proporções homéricas, pareciam titãs disputando o universo, só que o universo em questão era o lar, o amor deles. Ela não podia mais ir pra casa feliz, sabendo que ele a esperava, agora ela voltava pra casa com medo do que ele poderia fazer. E ele não era mais feliz, havia parado com tudo o que gostava, não sorria mais, estava sempre de mal humor. Ela se sentia culpada, não sabia mais o que fazer para deixar seu amado satisfeito, ela apenas queria vê-lo sorrir, queria um beijo de manhã, um bom-dia sorridente, ela sempre queria estar com ele, e gostaria que ele estivesse feliz junto dela. O amor dela crescia, à medida que os dias passavam. As brigas a abalavam emocionalmente, e a menininha voltou a se deprimir. Ela o amava com todas as forças do seu ser, e ele mesmo assim não se importava, ele queria apenas ficar com seus apetrechos, a deixava só por horas a fio, conversando com pessoas que nem mesmo a ele importavam, mas que a seu ver justificavam deixar sua amada sozinha em casa, mesmo estando juntos. Ela se resignou, e decidiu arrumar uma distração para si enquanto ele fazia suas coisas. Foi a pior decisão. Ele se acostumou a se dedicar a tudo, menos a ela, se acostumou a tê-la por perto sem precisar conversar com ela, sem precisar ao menos responder às perguntas dela. E ela se entristecia a cada dia... E ele também...
Ele já não saía com o mesmo cuidado, cada dia mais bonito, agora ele estava sem ânimo, saía com a primeira roupa que encontrasse no armário, e ela da mesma forma. Ela esquecia de se perfumar com as essências que ele gostava, não se esmerava mais com sua beleza, se sentia medíocre até nisso. Em seu trabalho ela se saía cada vez pior, não conseguia se concentrar em nada, passava seus dias pensando nele, em seu amor por ele, e no amor dele por ela, que parecia estar abalado. Ela estava cansada de tentar, não sabia mais o que fazer para deixá-lo feliz, nada o satisfazia. Um pequeno erro dela era motivo para que o castelo viesse abaixo, e ele a colocasse no mesmo nível das mais biltres conhecidas dele. Ele se comprazia vendo-a chorar, dizia que a castigaria sempre que ela errasse, mas nunca reconhecia os próprios erros. Ela era obrigada a aceitar calada as palavras ásperas, as palavras gentis e galantes de outras mulheres, que o cortejava, ela era obrigada a se controlar, e seu ciúme se tornou descomunal. Ela se sentia cada vez menos importante pra ele, e via a importância dele crescer dentro de seu ser, a cada momento.
ELA O AMAVA COM TODA SUA ALMA.
Mesmo durante as constantes brigas ela sentia aquela ternura de sempre, sentia que aquele amor poderia dar lindos frutos, se ambos cedessem em seu ponto de vista, um milímetro de cada vez...
Ela sabia que, a despeito de todos os problemas, ele era seu...


enviada por sereia






Feed: Seja avisado quando este blog for atualizado :: (O que é isso?)


CopyRight � Destiny - Template Shop