18/02/2006 04:37
NOITE DE NÚPCIAS
E aquele amor lindo tinha enfim chegado onde eu sempre quis e ninguém, nem eu mesma, acreditava que chegaria. Ele havia me carregado no colo até o sofá, tinha bebido além da conta e ido dormir, sem consumar o casamento. Eu linda, vestida de noiva, me despia ao lado dele, que roncava. Tentei tirar a maquiagem, pra não parecer uma bruxa no dia seguinte, nossa primeira manhã como casados. Faziam 5 minutos que estávamos no quarto, já eram 5h da manhã, e ele roncava na cama. Nada romântico, mas eu não desistiria de transar com ele ainda aquela noite. Tirei devagar meu vestido de noiva, a tiara, os brincos, a gargantilha... fiquei nua ao lado dele, totalmente vestido. Comecei pelos seus sapatos, tirei cada pé delicadamente, tirei as meias, as calças, enquanto acariciava suas coxas peludas. Devagar, com cuidado pra não machucar, tirei a cueca, e ele ainda dormia. Fui desabotoando a camisa, aproveitando para acariciar seu corpo forte, cheirando seus pêlos macios e lisos. Estava a cada minuto mais excitada pra saber como seria transar com ele depois de casar. Com as mãos comecei a acariciar seu pênis adormecido, a dar pequenas lambidas em volta, até colocar o membro em crescimento na minha boca. Ele acordou, e começou a acariciar lentamente meus cabelos, meu corpo. Fui subindo pelo corpo dele, beijando cada centímetro até a boca. Nos beijamos como somente nós sabemos, com as línguas se entrelaçando calorosamente, sentindo o gosto do outro, acariciando lábios, dentes, tudo o que o outro pudesse oferecer. Eu sentia minha vagina molhando a cada passeio que suas mãos faziam pelo meu corpo. O seu pênis já estava me esperando, pronto, duro e majestoso. Me encaixei e comecei a cavalgar, sentindo o entumescimento dele aumentar a cada estocada que dávamos um no outro. Ele me virou de costas e me penetrou profundamente, como eu gosto. Fui sentindo aquela onda de prazer chegando, crescendo a cada momento, até que eu explodi no meu primeiro orgasmo de casada. Então o inacreditável aconteceu, nós dormimos, agarrados.
Na manhã seguinte estávamos ambos exultantes, ele agora era meu marido, eu sua esposa, e podíamos tudo o que estivesse a nosso alcance. Acordei primeiro, olhando pra ele ali, do meu lado. Levantei, fiz o que pude pro meu cabelo parecer melhor, tentei como pude escovar meus dentes com aquelas escovas sem-vergonhas de hotel, e voltei pra cama, onde ele abria os olhos. Que sensação fantástica! Ele estava excitado, pronto pra terminar o que começamos horas antes. A máquina fotográfica estava na cabeceira da cama, começamos a fotografar nossas peripécias. Eu beijava calorosamente seu pênis, ele quis deixar de ser fotógrafo e foi me excitar ente a coxas, eu estava molhada. Gozei na sua boca, me contorcendo de prazer, como sempre. Eu me deixei penetrar por cima, de costas, ele fotografava nossos órgãos conectados, de frente e de costas, aquilo me deixava cada vez mais louca. Gozei de novo. Ele me colocou de quatro, de frente pro espelho do quarto, de um jeito que eu podia vê-lo entrando e saindo. Quase desmaiando de prazer, eu gemia alto.
Ele me possuiu forte, sem parar, até eu não me agüentar e me jogar na cama, ele sempre em cima de mim, viril. Eu via aquele homem de lindos cabelos e olhos escuros contrastando com a delicadeza da pele branca e macia, com seus pêlos do corpo lisos e ordenados, delineando músculos aparentes, bem marcados. Virei de frente para observar melhor a beleza do meu marido enquanto ele gozava, com um urro forte, entrecortado por gemidos contidos. Éramos puro amor e tesão.
Resolvemos descer pro café, afinal a noite de núpcias se estenderia por toda uma tarde, e ainda teríamos horas de sexo pela frente, de agora em diante como marido e mulher.
enviada por sereia
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